quinta-feira, 7 de julho de 2011

O Romance Regional e o Urbano.

Se eu não posto.. meus facealunos me matam. Principalmente o Alex com os cunhicimentu dele.

-> O Romance Regional: Buscou compreender e valorizar as características étnicas, linguísticas, sociais e culturais que marcam as regiões do país e as diferenciam umas das outras. Não tinha em que se basear, mano.. Teve que nascer do zero meeeesmo, os escritores tiveram que pesquisar bastante e observar muito a realidade. Aborda as regiões do sul, nordeste e centro-oeste.

Tia Gabriela responde:
Tia, mas os telespectadores eram de grande maioria, da cidade do Rio.. Pq?
Pq cara.. os trabalhadores chegavam em casa e queriam ver uma coisa diferente do que eles viam todo santo dia, concorda?

-Taunay: Um clássico aqui. Reproduz com precisão os aspectos visuais da paisagem sertaneja, especialmente da fauna e da flora dessas regiões.

-> O Romance urbano (mais dos mais importantes) : Retratava o dia a dia do leitor, pondo em discussão certos problemas e valores vividos pelo próprio público na sociedade. Coisas que agradavam bastante aos leitores: intrigas amorosas, chantagens, amores impossíveis, peripécias.
-Obra que é importante: Memórias de um sargento de milícias.
Difere da maioria dos romances românticos: o protagonista não é herói nem vilão, é um malandro. Não há a idealização do amor, da mulher e da natureza. Deixa de lado a metaforização excessiva e parte para uma linguagem mais jornalística, pá pum.
-Alencar, de novo : No urbano, Alencar discute temas delicados para a época: casamentos por interesse, independência feminina, ascensão social a qualquer preço. Leu Lucíola? Então entende bem do que eu tô falando.

Indicações para leitura:
Do indianista: O guarani. 126 do livro didático.
Do regionalista: Inocência. 160 do livro didático
Do urbano: Lucíola. A moreninha. 180 do livro didático.

Próximo post: Realismo

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